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Um olhar irónico sobre os tempos atuais nas páginas de um dos mais destacados narradores brasileiros contemporâneos. Neste romance, Bernardo Carvalho parece fazer «picadinho» - com um humor convulsivo - de um típico personagem da nossa era: o comentarista de blogues e portais da internet. Reacionário e racista (embora não se assuma como tal), o «estudante de chinês» que é protagonista deste romance vive entre a realidade e a paranoia, dividido entre a visão distorcida do mundo e a espera pelo dia em que a China dominará o planeta, e então ele, iniciado no estudo do intrincado idioma, poderá integrar as fileiras de uma nova classe dominante. Vítima de uma comédia de erros na hora em que pretendia embarcar para Pequim, ao ser detido pela Polícia Federal, desanda a falar venenosamente sobre tudo e todos. E é graças a esse monólogo, a um só tempo trágico e patético, que o autor pinta um retrato irresistível e cruel das nossas sociedades contemporâneas.

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Reprodução, Bernardo Carvalho

Jazyk
Rok vydania
2015
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(mäkká)
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Platobné metódy

2,8
Dobrá
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Titul
Reprodução
Jazyk
portugalsky
Vydavateľ
Quetzal
Rok vydania
2015
Väzba
mäkká
Počet strán
177
ISBN10
9897222170
ISBN13
9789897222177
Série
Prvé vydanie
2013
Pôvodný názov
Reprodução
Hodnotenie
2,8 z 5
Anotácia
Um olhar irónico sobre os tempos atuais nas páginas de um dos mais destacados narradores brasileiros contemporâneos. Neste romance, Bernardo Carvalho parece fazer «picadinho» - com um humor convulsivo - de um típico personagem da nossa era: o comentarista de blogues e portais da internet. Reacionário e racista (embora não se assuma como tal), o «estudante de chinês» que é protagonista deste romance vive entre a realidade e a paranoia, dividido entre a visão distorcida do mundo e a espera pelo dia em que a China dominará o planeta, e então ele, iniciado no estudo do intrincado idioma, poderá integrar as fileiras de uma nova classe dominante. Vítima de uma comédia de erros na hora em que pretendia embarcar para Pequim, ao ser detido pela Polícia Federal, desanda a falar venenosamente sobre tudo e todos. E é graças a esse monólogo, a um só tempo trágico e patético, que o autor pinta um retrato irresistível e cruel das nossas sociedades contemporâneas.